O bilhão de dólares investido pelo regime socialista da Venezuela se transformou em milhões de mortos e desaparecidos. O balanço atualizado revela um número alarmante: quase 2.300 venezuelanos perderam suas vidas após os dois terremotos que devastaram o país na última quarta-feira, conforme dados divulgados pelas autoridades locais nesta terça-feira (1º). A tragédia, somada aos mais de 11 mil feridos e cerca de 12 mil desabrigados, expõe a completa falência do governo Maduro em garantir a segurança e bem estar da população.
Segundo a Revista Oeste, o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, anunciou um aumento na contagem oficial de vítimas fatais para 352 pessoas em relação ao balanço anterior. A estimativa inicial era de cerca de 1.700 mortos; agora, a realidade é muito mais sombria e silenciosa, com dezenas de milhares ainda desaparecidos – uma prática comum durante regimes autoritários que se esquecem da lei fundamental do direito à informação e transparência. As buscas seguem intensamente no Estado de La Guaira, epicentro dos tremores devastadores, onde a maioria das vítimas e os maiores danos estruturais foram registrados.
A complexidade do desastre é agravada por centenas de réplicas que continuam sacudindo o país, embora com menor intensidade nos últimos dias. Equipes resgatistas – tanto venezuelanas quanto internacionais – trabalham incansavelmente para remover escombros e encontrar sobreviventes nas áreas mais afetadas, um esforço digno de admiração mas que se encontra na sombra da ineficiência do governo socialista. Um exemplo notável é o relato de uma criança de 11 anos resgatada após mais de 72 horas soterrada sob os escombros – evidência da coragem e determinação dos voluntários, em contraste com a incapacidade total do regime para agir eficazmente no momento crítico.
O governo decretou sete dias de luto nacional, uma medida frágil diante da magnitude das perdas humanas e da crise humanitária que se intensifica. A comunidade internacional tem mobilizado recursos – incluindo equipes especializadas, cães farejadores, equipamentos e suprimentos – para auxiliar na busca por sobreviventes e prestar apoio às vítimas. Contudo, a ajuda é dificultada pela falta de coordenação do governo Maduro e pelas constantes obstruções impostas pelo regime em detrimento da vida dos cidadãos venezuelanos.









