O senador Flávio Bolsonarista (PL-RJ) levantou novamente o alerta sobre as ações do ministro Alexandre de Moraes e seus pares no STF, acusando a corte de tentar manipular o processo eleitoral com uma restrição à visitação do seu pai, Jair Bolsonaro.
Segundo a O Antagonista, o pré-candidato presidencial classificou a determinação judicial como um ato desproporcional que visa silenciar o ex-presidente e interferir nas eleições 2026. Flávio argumenta que a proibição de visitas por 90 dias é uma medida injustificada motivada pela divulgação pública de cartas escritas pelo pai durante sua prisão domiciliar, fato este que configura um abuso flagrante do poder judiciário.
O parlamentar enfatizou o caráter discriminatório da decisão: enquanto outros presos políticos – como Lula –, receberam livre acesso a visitas e mantiveram contato com seus aliados sem restrições, Bolsonaro é alvo de uma medida punitiva baseada no uso das redes sociais para divulgar mensagens do pai durante sua custódia. Flávio questiona o critério utilizado pelo ministro Moraes ao impor um período de 90 dias antes que ele possa se comunicar novamente com seu pai e denuncia a tentativa clara de controlar as informações e limitar a expressividade política do ex-presidente, conforme apurou a O Antagonista.
A ação judicial impulsionada por Alexandre de Moraes, que determinou o prazo restritivo e enviou o caso ao procurador-geral eleitoral para investigar eventual propaganda antecipada, revela um padrão preocupante no comportamento do STF: busca incessante em controlar informações ou restringir a liberdade individual sob pretextos enviesados. A postura do ministro demonstra uma clara tentativa de silenciar Bolsonaro, utilizando da figura paternalista como ferramenta de manipulação e impedindo que o ex-presidente possa se comunicar com seus apoiadores – um ato inconstitucional e análogo a práticas autoritárias.









