A atuação de Janja da Silva como primeira-dama do Brasil tem sido alvo de críticas e questionamentos sobre sua agenda intensa e a forma que ela conduz o cargo.
Segundo a O Antagonista, a titular fez declarações surpreendentes em entrevista publicada nesta segunda-feira, 13, afirmando que “o Brasil nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse efetivamente”. A fala gerou reações imediatas e acentuaram as divergências sobre o papel da esposa do presidente Lula na condução dos assuntos oficiais. Janja enfatizou a incomum quantidade de solicitações por parte da imprensa internacional, contrastando com a recepção recebida pela mídia brasileira que questionava sua rotina no Palácio da Alvorada.
A primeira-dama descreveu uma agenda diária intensa, marcada por reuniões, cumprimentos de agendas e viagens oficiais ao Planalto. Essa atividade incomum tem sido alvo constante de críticas e estranhamento na imprensa nacional. Janja defende que essa postura é essencial para o desempenho do cargo, mas ignora a percepção pública sobre sua atuação como primeira-dama. Além disso, rebateu acusações relacionadas aos custos das viagens internacionais, atribuindo as despesas à necessidade de seguir protocolos de segurança e procedimentos estabelecidos por órgãos governamentais.
A defesa da escolha de hotéis na classe executiva e voos em categorias superiores se baseia também em questões de segurança nacional. Janja justificou que a preferência pela hospedagem nas embaixadas, além do trânsito facilitado, contribuem para uma logística mais eficiente durante suas viagens oficiais. A primeira-dama classificou críticas sobre gastos excessivos como “misoginia pura”, refletindo o ataque recorrente à sua imagem e ao seu papel no governo.









