O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) realizou um importante encontro no Salão Oval da Casa Branca com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o principal objetivo de solicitar ao governo americano a classificação do Primeiro Comando Capital (PCC) e do Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. A visita, segundo a Revista Oeste, representou um esforço para consolidar uma frente contra as facções criminosas que, como o próprio Flávio afirmou, “controlam territórios inteiros do Brasil pela força”, infiltram instituições públicas e mantêm atuação internacional.
O encontro, marcado por uma cordialidade notável, especialmente considerando a situação do senador Flávio Bolsonaro, que enfrenta investigações e acusações do governo Lula, evidenciou a busca por uma alternativa concreta para o Brasil. O senador expressou a necessidade de um governo que priorize parcerias estratégicas, investimentos, tecnologia e segurança, em contraposição ao que ele considera o “desastre” do atual governo Lula. A solicitação de designação das facções como terroristas foi apresentada como um interesse compartilhado entre os dois países, dada a influência transnacional do PCC e do Comando Vermelho.
Flávio Bolsonaro também apresentou ao presidente Trump a posição estratégica do Brasil no mercado de terras raras e minerais críticos, destacando o país como a única alternativa real à China para o mundo livre. Além disso, o senador sinalizou a intenção de estabelecer um acordo comercial sólido com os Estados Unidos, descartando a necessidade de retaliações tarifárias, conforme a Revista Oeste apurou. O encontro, em suma, demonstra uma busca por alinhamento com nações conservadoras da América Latina, como Argentina, El Salvador, Equador, Paraguai, Panamá e República Dominicana, visando a formação de um escudo hemisférico contra o crime organizado.
Por fim, o senador Flávio Bolsonaro agradeceu ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro e ao empresário Paulo Figueiredo pela articulação política que possibilitou o encontro com autoridades americanas, ao mesmo tempo em que manifestou seu repúdio ao Itamaraty e à embaixada brasileira em Washington, devido à recusa em ceder o espaço para a coletiva, demonstrando uma clara insatisfação com o aparelhamento ideológico do órgão sob o governo Lula.









