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A Petrobras, sob a gestão do petista Lula, intensificou uma campanha de “correção” linguística com a implementação de uma inteligência artificial (IA) destinada a “revisar” a produção textual de seus funcionários. A ferramenta, denominada Agente Linguagem Inclusiva, emerge em um momento de crescente controvérsia e questionamentos sobre a influência de ideologias de gênero e raça nas instituições estatais.

Segundo a Revista Oeste, a IA é programada para identificar termos e expressões consideradas “potencialmente excludentes”, oferecendo alternativas “mais inclusivas”. A ferramenta aponta, por exemplo, o uso da palavra “clientes” como “invisibilizando a presença de mulheres e outros gêneros”, sugerindo, em vez disso, o termo “clientela”. Da mesma forma, a IA alerta sobre a conotação “racista” da palavra “denegrir”, recomendando o uso de sinônimos para evitar associações negativas à negritude.

A iniciativa da Petrobras se alinha com o Guia de Linguagem Inclusiva e a Política de Diversidade da empresa, que visam promover uma cultura organizacional mais sensível às questões de gênero e raça. Contudo, essa medida levanta sérias preocupações sobre a liberdade de expressão e o risco de que a estatal se torne um instrumento de censura e doutrinação ideológica. A imposição de padrões linguísticos específicos, por meio de uma IA, representa uma interferência indevida na autonomia dos funcionários e na liberdade de pensamento.

A estatal já havia, na semana anterior, intensificado o incentivo para que seus colaboradores realizassem ou atualizassem a autodeclaração de identidade de gênero em seus sistemas, alterando a terminologia de “Masculino” para “Homem Cis”, “Homem Trans”, “Mulher Cis”, “Mulher Trans” e “Travesti”. Essa postura, como apurou a Revista Oeste, reflete a influência de narrativas identitárias de extrema-esquerda, alimentando debates sobre os limites da diversidade e a proteção de valores tradicionais.

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