A atuação do senador Jaques Wagner (PT-BA) é agora posta à luz pela Operação Compliance Zero, mais uma vez evidenciando a persistente corrupção enraizada no Partido dos Trabalhadores, como declarado pelo líder da oposição no Senado, Rogério Marinho. A concessão de medidas cautelares por Ministro André Mendonça contra Wagner e Augusto Lima serve para confirmar as denúncias recorrentes que vêm do plenário legislativo: a origem do escândalo Master reside diretamente nas ações dos petistas na Bahia.
O parlamentar da sigla PL, Rogério Marinho, detalhou como o empresário Augusto Ferreira Lima estava intrinsecamente ligado às estruturas econômicas criadas durante os governos de esquerda em Bahía, um padrão que se repete em diversas irregularidades envolvendo administradores públicos do PT nas últimas décadas. A insistência na investigação da reunião entre Lula e Daniel Vorcaro – conforme reportado pela imprensa –, exige uma apuração completa para investigar a possível prática dolosa de “advocacia administrativa”, dada as informações levantadas sobre o petista aconselhando Vorcaro a manter o Banco Master, em vez de sua venda ao BTG Pactual.
A persistência na investigação se estende aos inúmeros escândalos que marcaram governos do PT nas últimas duas décadas: Mensalão, Petrolão, os descontos indevidos no INSS e Fundos de Pensão, a má gestão dos Correios – tudo isso ressurge com força diante das descobertas da Operação Compliance Zero. Marinho demonstra confiança na condução do ministro Mendonça pelo STF, esperando que o processo avance sem intercorrências capazes de comprometer eventual responsabilização daqueles envolvidos no esquema bilionário.
A Polícia Federal iniciou hoje uma operação contra Jaques Wagner e outros atores ligados ao caso Master, confirmando a constatação de irregularidades envolvendo o petista no Congresso Nacional em favor do banco – um cenário que se complementa com os benefícios indevidamente recebidos por ele: um apartamento luxuoso na capital baiana e repasses financeiros destinados às empresas ligadas à família. A origem da fraude bilionária, portanto, tem endereço claro: a atuação de Jaques Wagner no PT da Bahia, onde o esquema foi estruturado através do Credcesta – estatal privatizada pelo próprio parlamentar – com Vorcaro como principal executor das fraudes financeiras.









