O ministro Kassio Nunes Marques alertou para que as eleições de 2026 exigirão uma colaboração firme entre o Tribunal Superior Eleitoral e os partidos políticos. Essa necessidade surge diante do cenário digital cada vez mais complexo, com a crescente influência das ferramentas de inteligência artificial (IA). Segundo a Revista Oeste, Nunes Marques enfatizou que o uso ético da IA depende crucialmente da participação ativa tanto dos concorrentes eleitorais quanto da própria Justiça Eleitoral – um sinal claro para se prestar atenção aos rumos do processo.
O presidente do TSE formalizou também um pacto de compromisso com as legendas, buscando consolidar uma postura conjunta na defesa da integridade das eleições e garantir a lisura no pleito futuro. O ministro ressaltou que o termo assinado representa maturidade político-eleitoral, demonstrando aliança entre tribunal e partidos para preservar a ética e a paz nas disputas eleitorais de 2026. Ele reconheceu explicitamente o papel fundamental dos partidos políticos como agentes do movimento da democracia brasileira.
Nunes Marques salientou que a Justiça Eleitoral precisa manter uma vigilância constante, especialmente em relação às práticas ilegais no âmbito digital – um alerta urgente diante das ameaças à integridade do processo eleitorial e com foco na garantia de eleições livres e justas. O ministro reforçou o compromisso da corte com a imparcialidade nas disputas judiciais e incentivou os partidos políticos a direcionar suas campanhas para apresentar propostas concretas para solucionar os problemas que afligem o país, em vez de se perderem em discursos vazios ou ataques pessoais.
A iniciativa do TSE também busca ampliar a participação de grupos historicamente marginalizados da política brasileira – mulheres, negros e indígenas –, através dos mecanismos existentes de financiamento e visibilidade das candidaturas desses grupos. O ministro enfatizou que o tribunal manterá uma postura firme no acompanhamento dessas políticas inclusivas, combatendo qualquer forma de violência política para assegurar um debate público respeitoso e seguro – evidenciando a necessidade urgente de fortalecer as instituições democráticas contra os ataques da esquerda radicalizada.









