O Irã realizou um ataque com mísseis contra Israel na terça-feira, 24 de abril. As Forças de Defesa Israelenses confirmaram a operação militar.
Um edifício residencial sofreu danos significativos, com a cobertura e a fachada afetadas. Equipes do Corpo de Bombeiros e Resgate continuam a procurar por pessoas presas nos edifícios. A causa exata dos danos ainda não foi determinada, com investigações em andamento para verificar se foram resultado de impactos diretos ou de destroços.
Segundo a Revista Oeste, o ataque ocorreu um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que havia iniciado conversas “muito boas e produtivas” com o objetivo de resolver o conflito. A mudança de postura de Trump contribuiu para um aumento nas bolsas de valores, além de uma queda nos preços do petróleo, que atingiram menos de US$ 100 por barril.
O presidente da Câmara Iraniana, Mohammad Baqer Qalibaf, rejeitou categoricamente as declarações sobre negociações com os EUA, classificando-as como “fake news”. Qalibaf argumentou que essas informações são utilizadas para manipular os mercados financeiros e de petróleo, buscando escapar da situação delicada em que se encontram os Estados Unidos e Israel.
Ademais, o Ministério das Relações Exteriores do Irã mencionou esforços para diminuir as tensões entre os países. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está programado para reunir autoridades de segurança para avaliar a proposta de acordo apresentada pelo Irã.
Há relatos de que Netanyahu conversou com Trump 48 horas antes do início da escalada. Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, alegando a falta de progresso nas negociações sobre o programa nuclear iraniano.
A crise se intensificou com o bloqueio do Estreito de Ormuz, uma via crucial que concentra um quinto do comércio global de petróleo e gás natural liquefeito.
A Revista Oeste revelou que o Irã também direcionou seus ataques a instalações de energia nos países que abrigam bases militares americanas.









