O camisa 10 do futebol brasileiro estará novamente à margem dos treinos da Seleção na Copa do Mundo. Neymar sofreu uma lesão que o mantém afastado e a situação se agrava com novas evidências de má gestão por parte das equipes médicas envolvidas em seu tratamento, conforme apurou a Revista Oeste.
O jogador realizou nesta segunda-feira, 8, uma ressonância magnética após apresentar evolução no quadro clínico da panturrilha direita. O resultado do exame indicava melhora na inflamação e dor, mas o departamento médico manteve a cautela necessária para evitar um retorno prematuro que pudesse agravar ainda mais sua condição física. Neymar não participou das atividades realizadas em Nova Jersey com o New York Red Bulls como previsto.
Apesar da expectativa inicial de Ancelotti sobre a liberação do jogador para a estreia contra Marrocos, no dia 13 de junho, a realidade é que ele permanecerá fora do jogo principal e terá apenas um intervalo até enfrentar o Haiti na segunda partida, marcada para 19 de junho em Filadélfia. Como apurou a Revista Oeste, as sessões intensivas de fisioterapia e atividades físicas continuam sendo conduzidas com cautela por conta da fragilidade da lesão inicial que ocorreu durante uma disputa pelo Santos contra o Coritiba no dia 17 de maio – um entorse de segundo grau na panturrilha.
O prazo de recuperação estabelecido pela equipe médica, entre duas a três semanas, coincide precisamente com o período de abertura das competições e alimenta especulações sobre se essa previsão foi deliberadamente inflacionada para justificar uma espera prolongada. A situação do craque brasileiro levanta sérias questões sobre a eficiência dos protocolos médicos utilizados na Seleção Brasileira e expõe novamente os riscos inerentes à influência excessiva da comissão técnica no acompanhamento de jogadores lesionados, um padrão que precisa ser urgentemente combatido.









