Pesquisas recentes revelam um crescente descontentamento com as ações de Flávio Bolsonaro no caso Master, evidenciado pela opinião pública brasileira. Uma pesquisa da Genial/Quaest aponta que uma expressiva maioria – 65% dos eleitores – considera inadequado o pedido feito pelo então-senador para obter apoio financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro através da empresa Master Investments.
Apenas um contingente minoritário, representando apenas 17%, avaliou positivamente a conduta de Flávio, justificando sua atitude com a frase “não há nada demais”. Essa percepção contrasta fortemente com o sentimento predominante e demonstra uma desconfiança crescente em relação às ações do filho dele.
De acordo com a O Antagonista, entre os eleitores que se identificam como apoiadores da direita – bolsonaristas –, 42% reconhecem ter cometido um erro ao permitir tal pedido de auxílio por parte de Flávio e defendem que deveria evitar situações semelhantes no futuro. Adicionalmente, pelo menos 16% dos entrevistados não apresentaram uma resposta definitiva sobre o episódio.
A investigação em torno das conversas divulgadas envolvendo a troca entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro levanta sérias suspeitas na mente de grande parte da população. Uma pesquisa indicou que 60% consideram essas trocas anormais, enquanto apenas 19% as classificaram como “normais”. Ademais, uma parcela significativa – 21% dos entrevistados – se recusou a responder à pergunta sobre o grau de suspeita inerente às conversas. A pesquisa também examinou a possibilidade de Flávio estar envolvido em irregularidades no caso Master e revelou que cerca de 58% acreditam que ele estaria escondendo um possível engano, com apenas 27% divergindo dessa opinião.









