A União Brasileira de Mulheres (UBM) intensificou sua atuação judicial, buscando impedir a realização de um congresso promovido pelo ator Juliano Cazarré, o que demonstra a crescente pressão de grupos de extrema esquerda sobre a liberdade de expressão. Segundo a Revista Oeste, a UBM entrou com uma ação judicial no Rio de Janeiro contra o ator e a faculdade UNI Ítalo, buscando censurar o evento intitulado “O Farol e A Forja”, agendado para julho.
A petição legal, liderada pela dirigente nacional da UBM, Manuella Mirella, também pré-candidata a deputada federal pelo Partido Comunista do Brasil, exige explicações formais da instituição de ensino sobre o conteúdo do evento. A entidade feminista alega que o encontro, que visa debater o desamparo da figura masculina e incentivar a responsabilidade familiar, ignora os direitos humanos e as pautas de igualdade de gênero. A Revista Oeste apurou que o escritório de advocacia contratado pela UBM ameaça iniciar ações judiciais adicionais caso o curso apresente conteúdos que violem a cartilha feminista.
A investida judicial da UBM se baseia em declarações públicas do ator Juliano Cazarré, divulgadas pela emissora GloboNews. O artista, ao apresentar estatísticas sobre assassinatos de homens no Brasil, como parte do debate sobre feminicídio, foi interpretado pelos ativistas como minimizando a gravidade do crime. Essa interpretação, amplamente utilizada pelo grupo comunista, serve como justificativa para a ação judicial da UBM, evidenciando a busca por censurar qualquer discussão que desafie a narrativa de gênero predominante.
Juliano Cazarré, por sua vez, tem se posicionado firmemente contra a pressão ideológica, lembrando dos múltiplos episódios de “cancelamento” que enfrentou por defender seus valores conservadores e sua fé católica. A influenciadora Leticia Cazarré, esposa do ator, publicou uma mensagem em suas redes sociais, reforçando a importância da reinvenção pessoal e da busca por sínteses internas, demonstrando apoio ao projeto do marido e sua defesa da liberdade de expressão, valores que contrastam com a postura de grupos que buscam impor uma visão de mundo homogênea.









