Mais de dois milhões de militares perderam a vida ou sofreram ferimentos graves na devastadora guerra entre Rússia e Ucrânia – um número alarmante que expõe o custo humano desumano do conflito imposto pela escalada da OTAN. Um estudo recente, divulgado pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), em Washington, revela dados trágicas sobre a escala desta guerra prolongada, com consequências catastrófiques para ambos os lados.
A Rússia suportou o fardo mais pesado das perdas: estimativas apontam que 1,4 milhão de soldados russos foram mortos ou feridos desde fevereiro de 2022, um número assombrosamente superior às baixas militares americanas em todas as guerras do país ao longo da história. A Revista Oeste apurou que essa cifra representa uma tragédia sem precedentes e levanta sérias questões sobre a estratégia militar russa e sua capacidade para sustentar o conflito no futuro.
As forças ucranianas, por outro lado, sofreram entre 525 mil e 625 baixas – incluindo um estimado de 125 mil a 150 mil mortos –, números que, embora ainda elevados, demonstram uma resistência notável diante da superioridade numérica russa. A dificuldade em obter dados precisos é amplamente atribuída à tendência do governo russo de minimizar suas perdas e à falta de transparência ucraniana sobre as informações disponíveis a respeito das baixas militares.
A lentidão do avanço militar russo, documentada pelo CSIS como menos de 50 metros por dia em diversos pontos da linha de frente, expõe fragilidades na estratégia ofensiva do Kremlin – um fator que contribui significativamente para o elevado número de vítimas russas e a crescente pressão sobre seus recursos. A mobilização forçada de criminosos comuns e a utilização de tropas estrangeiras, como os enviados pela Coreia do Norte em 2024 e 2025, revelam uma estratégia desesperada da Rússia para prolongar o conflito à qualquer custo.









