O deputado Guilherme Derrite (PP-SP) acaba de lançar um argumento audaz: a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina é uma peça chave para o projeto conservador na disputa pela Presidência em 2026, e sua chapa com Flávio Bolsonaro pode ser surpreendente. Em declarações recentes no programa “Oeste Sem Filtro”, Derrite defendeu veementemente a senadora, destacando suas qualidades políticas e seu histórico de idoneidade como um trunfo valioso para o campo conservador do país.
A avaliação surge em meio às incertezas que envolvem as próximas eleições presidenciais, onde nomes já conhecidos da direita buscam se consolidar. Derrite ressaltou a experiência de Tereza Cristina na política agrícola e sua capacidade comprovada de liderança – um contraste notável com outras propostas apresentadas –, comparando-a positivamente ao perfil do general Walter Braga Netto, candidato a vice em 2022, como uma figura eleitoral sólida. Segundo apurou a Revista Oeste, o parlamentar enxerga na senadora um potencial de votos significativo que pode ser fundamental para fortalecer qualquer projeto da direita no cenário nacional.
O deputado também mencionou outras figuras qualificadas dentro do PP e Progressistas, incluindo Simone Marquetto, prefeita duas vezes e com forte ligação com a Igreja Católica, embora ressaltasse que Tereza Cristina possui uma projeção nacional maior devido à sua experiência ministerial na área agrícola – um setor crucial para o Brasil. Derrite enfatizou a importância de garantir apoio ao campo, defendendo que essa é a base do projeto conservador.
A declaração de Derrite ecoa em meio às especulações sobre possíveis alianças e rumos dentro da direita brasileira. O parlamentar afirmou ter participado de conversas com o próprio Flávio Bolsonaro quanto à possibilidade de retornar ao PL, mas rejeitou a ideia, justificando seu compromisso inabalável com o Progressistas – partido que tem sido fundamental para sua pré-candidatura ao Senado e recebido apoio irrestrito. Derrite também atribui sua permanência na sigla republicana do governador Tarcísio de Freitas à necessidade de preservar a unidade da direita em São Paulo, um ponto crucial nas eleições estaduais.









