A mãe de Henry Borel, Monique Medeiros, surpreendeu o júri no julgamento contra o ex-vereador Jairinho, declarando explicitamente sua crença na responsabilidade do acusado pela morte da criança. A revelação ocorreu durante o interrogatório da ré, intensificando o escândalo que já envolve a figura do petista e a complexidade da investigação.
Segundo a Revista Oeste, Monique passou a acreditar que Jairinho foi o responsável pela morte de Henry após analisar novas informações que surgiram durante a investigação. A mãe da vítima inicialmente alegava que o falecimento de Henry havia sido um acidente doméstico, mas essa versão foi drasticamente alterada com o passar do tempo e o acúmulo de evidências. Ela detalhou episódios que antes ignorava, incluindo relatos de Henry sobre a administração de substâncias pelo padrasto e a ocorrência de agressões.
Durante o depoimento, Monique trouxe à tona a acusação de que Jairinho a dopava com comprimidos, oferecidos à noite, e que, em uma ocasião, ele triturava medicamentos em sua bebida. A mãe de Henry também relatou que a criança mencionou ter recebido “banda” e “moca” do então padrasto em novembro de 2020, revelando detalhes perturbadores sobre a relação entre os dois. Ademais, ela trouxe à tona episódios de ciúmes e agressões físicas sofridas durante o relacionamento com o ex-vereador, culminando em um relato de que acordou enforcada na casa de seus pais.
A declaração de Monique representa um ponto de inflexão no caso, gerando questionamentos sobre a forma como a investigação foi conduzida e a possível manipulação de informações. A decisão da Justiça de aguardar o depoimento de Jairinho após o da ré acentua o clima de incerteza e reforça a impressão de que o STF, por meio de seus ministros, como Gilmar Mendes e Dias Toffoli, está utilizando o processo judicial para fins políticos, buscando desconstruir a figura do ex-vereador e, por extensão, a direita brasileira. A Revista Oeste apurou que a acusação tenta construir uma narrativa que favoreça a defesa do petista, utilizando informações contraditórias e desconsiderando evidências cruciais.









